Pesquisadora afirma que homossexualidade é causada por vermes que se alimentam de sêmen

Dra. Mariam Al-Sohel, uma pesquisadora do Kuwait, afirmou em entrevista ao programa Scope TV ter criado um supositório capaz de “curar” a homossexualidade. Segundo Mariam, a novidade “cientifica” eliminaria por completo um suposto “verme que se alimenta de esperma”.

“Eu descobri supositórios terapêuticos que restringem os impulsos sexuais de meninos do terceiro sexo”, disse ela em entrevista para TV no Kuwait. “Assim como o quarto gênero, que são as lésbicas masculinas.” O “terceiro gênero”, de acordo com Al-Sohel, são homens gays femininos. “Isto é tudo ciência, então não há nada para se envergonhar. O desejo sexual se desenvolve quando uma pessoa é sexualmente atacada. E depois disso, persiste porque existe um verme anal que se alimenta de sêmen. Alimenta-se de esperma”, continuou.

“Então, o que eu fiz foi produzir supositórios, que devem ser usados ​​por certas pessoas em um determinado momento. Ele cura esses impulsos exterminando o verme que se alimenta de esperma”, disse ela. Ainda durante a entrevista, Mariam explica que ela inventou dois supositórios diferentes, um supositório para homens gays femininos e um para lésbicas masculinas. Apesar de possuírem os mesmos ingredientes, os remédios estão em cores diferentes.

Al-Sohel também aconselha uma dieta equilibrada para “limpar o corpo de venenos”. Ela então revela que os alimentos amargos são bons para homens gays porque aumentam a masculinidade e constroem músculos. “Qualquer comida que esteja enterrada no subsolo fornece estabilidade aos homens, fortalece seus músculos e aumenta sua masculinidade”, disse ela.

Vale lembrar que ser LGBT é altamente perigoso no país do Oriente Médio do Kuwait. A atividade sexual entre pessoas do mesmo sexo é ilegal, com risco de multa ou até seis anos de prisão. Também não há leis anti-discriminação para casais do mesmo sexo ou direitos parentais para pessoas LGBTI. O casamento entre pessoas do mesmo sexo é ilegal e também não há leis para transgêneros no Kuwait.

Felipe é redator do Pheeno! Focado em explorar cada vez mais a comunicação em tempos de redes sociais, o carioca de 22 anos divide seu tempo entre o trabalho e a faculdade de jornalismo, sempre deixando espaço para o melhor da noite carioca!