Conversamos com DJ Ricky Carvalho no estúdio do Pheeno! O carioca de 28 anos toca tribal desde 2019 e afirma que se entendeu enquanto homem trans na época da rede social “Tumblr”. Ele conta que agradece por ser trans porque pode corrigir comportamentos tóxicos que homens cis tem e faz críticas ao mundo gay: “Ou você é fetichizado ou rejeitado por ser homem trans”. Ricky relembra o finado Paulo Vaz, vítima da intolerância da comunidade LGBTQ+: “Me via muito nele”.









