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Rico Melquiades e cunhado de Carlinhos Maia são alvos de operação contra jogos de azar

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Os influenciadores Rico Melquiades, vencedor de “A Fazenda 13”, e Emanuel Francisco dos Santos Júnior, conhecido como “Babal Guimarães”, cunhado de Carlinhos Maia e irmão de Lucas Guimarães, foram alvos de uma operação de busca e apreensão na manhã desta quarta-feira (15/01). Ambos estão sendo investigados por incentivar seus seguidores a apostarem em jogos de azar online. A ação faz parte da operação Game Over 2, conduzida pela Polícia Civil de Alagoas, com mandados cumpridos em Maceió e em outras cidades do interior do estado.

De acordo com informações divulgadas pelo portal g1, Babal Guimarães foi encaminhado para a Delegacia Regional de Penedo, onde prestou esclarecimentos sobre o caso. Já Rico Melquiades utilizou suas redes sociais para comentar o ocorrido, relatando que foi surpreendido pela presença da polícia em sua residência logo nas primeiras horas do dia. “Fiquei muito assustado, nunca esperei a polícia aqui na minha casa […] Quero deixar claro que não foi encontrado nada ilícito na minha casa. Eles vieram para coisa de casa de apostas”, declarou.

Rico explicou que sua divulgação limitou-se a casas de apostas regulamentadas, citando as plataformas Blaze e Jonbet. O influenciador também expressou sua intenção de colaborar com as investigações: “Estou à disposição da polícia, da Justiça. […] Se Deus quiser vai ser tudo esclarecido”. No entanto, ele destacou a possibilidade de ter suas contas nas redes sociais suspensas por determinação judicial. “Não queria que fosse, mas se for temos que entender também que a Justiça é maior que a gente”, disse.

A equipe de defesa de Rico Melquiades emitiu uma nota oficial assinada pelos advogados André Monteiro Lima e Camyla Brasil Paranhos Lima. No comunicado, foi reafirmado que “nenhum objeto ilícito foi encontrado” na residência de Rico e que ele “agirá de maneira transparente e correta com o caso”. A defesa também informou que ainda não teve acesso aos autos da investigação, mas garantiu que “todas as providências jurídicas cabíveis serão tomadas” assim que houver acesso ao material.