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Rio Sem LGBTIfobia terá plantão 24h no Carnaval para receber denúncias de discriminação e violência

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Durante o Carnaval, quando as ruas do Rio se enchem de blocos, festas e multidões, também cresce a preocupação com casos de violência e discriminação contra a população LGBTQIA+. Para enfrentar esse cenário, o programa Rio Sem LGBTIfobia, do Governo do Estado do Rio de Janeiro, vai operar em esquema especial de plantão, garantindo atendimento ininterrupto para acolher denúncias e demandas urgentes ao longo de todo o período da folia.

O principal canal de entrada será o Disque Cidadania e Direitos Humanos, que funcionará 24 horas por dia para receber relatos de LGBTIfobia em todo o estado. As denúncias podem ser feitas por ligação gratuita para o número 0800 023 4567, sem necessidade de créditos no celular, ou pelo WhatsApp, no número (21) 97706-2831, facilitando o acesso de quem precisar de ajuda imediata em meio à movimentação intensa do Carnaval.

Segundo o superintendente de Políticas LGBTI+ e coordenador do programa, Ernane Alexandre, o serviço foi reforçado para atender situações de urgência durante a folia. “A população LGBTI+ tem um canal direto para demandas de urgência e emergência. Estaremos disponíveis 24h neste Carnaval”, afirmou. As demandas recebidas pelo Disque Cidadania e Direitos Humanos são encaminhadas às equipes técnicas que atuam nas 24 unidades do Rio Sem LGBTIfobia espalhadas por todas as regiões do estado, com profissionais das áreas social, jurídica e psicológica de plantão para dar o devido encaminhamento aos casos.

Vinculado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, o Rio Sem LGBTIfobia mantém atendimento permanente ao longo de todo o ano por meio de seus 20 Centros de Cidadania, três Centros Comunitários e um Polo de Cidadania. Em 2025, mais de 4 mil pessoas já foram atendidas pelo programa. “O Disque Cidadania e Direitos Humanos e os nossos centros seguirão atendendo a população LGBTI+ ao longo de todo o ano. Esta prestação de serviço faz do Rio Sem LGBTIfobia a maior política pública LGBTI+ do país”, completou Ernane.