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Secretário de Cultura do Rio celebra Shakira em Copacabana e destaca força dos LGBTs no projeto

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Copacabana se prepara para viver mais um daqueles momentos que entram para a memória afetiva da cidade. Depois de Madonna e Lady Gaga transformarem a orla em um mar de gente, o projeto Todo Mundo no Rio volta a ocupar as areias com a chegada de Shakira, reforçando o Rio de Janeiro como um dos palcos mais desejados do circuito pop internacional. Em conversa exclusiva com o Pheeno, o secretário municipal de Cultura do Rio de Janeiro, Lucas Wosgrau Padilha, comentou o impacto simbólico do evento e a forma como a apresentação em Copacabana passou a ser vista como um marco na carreira de grandes artistas.

“Quem não quer vir para o Rio? Quem não está feliz? A Shakira gravou um vídeo falando que está super feliz, que era o sonho dela, que o show que ela mais queria fazer na vida é o show de Copacabana”, afirmou. Para Lucas, a experiência de se apresentar na praia cria um espetáculo que não se repete em nenhum outro lugar do mundo. “O show que acontece ali, quem foi sabe. Quem foi na Lady Gaga, por exemplo, sabe que ‘Abracadabra’ em Copacabana foi diferente de ‘Abracadabra’ em qualquer outro lugar do mundo. Então o show de Copacabana sempre vai ser um show único e especial para o artista e para o público”, disse o secretário ao Pheeno. Segundo ele, o sucesso das edições anteriores já faz com que outros nomes internacionais passem a enxergar o projeto como um objetivo de carreira.

O secretário também falou sobre a ligação histórica entre grandes artistas pop e a comunidade LGBTQIAPN+, ressaltando o papel central da diversidade na construção da cultura. “A arte tem que ser uma expressão autêntica, tem que ter a ver com identidade, tem que ter a ver com orgulho e tem que chegar ao máximo possível de pessoas”, afirmou. Para ele, Madonna, Lady Gaga e Shakira representam trajetórias que dialogam diretamente com diferentes gerações que encontraram na música pop um espaço de identificação, afeto e pertencimento.

Lucas ainda destacou que o show de Copacabana carrega um valor simbólico que vai além do entretenimento. “O show de Copacabana é um show do orgulho de todo mundo, inclusive do orgulho LGBT. É um grande momento para celebrar a solidariedade, para ser feliz, para aproveitar o Rio de Janeiro com segurança e com alegria e leveza”, disse. O secretário também reconheceu o papel estruturante da comunidade LGBTQIAPN+ na cultura pop: “Sem essa comunidade não haveria diva pop. Muito obrigado a todos os gays, lésbicas e trans do mundo”, concluiu.