DJ arrasa no gingado e ensina a coreografia do hit ‘Braba’, de Luísa Sonza

Não tem desculpa para não aprender heim!?

Com muito gingado e bom humor o DJ e dançarino Toni Romanhuki, residente do bar-balada carioca ‘Pink Flamingo’, ensina a coreografia de ‘Braba’, de Luisa Sonza.

O catarinense de 22 anos gravou um vídeo tutorial “para quando a gente voltar pros nossos agitos, todo mundo estar com a coreografia na pontinha do pé”. É só assistir, ensaiar e se preparar para arrasar na pista de dança, assim que a quarentena acabar.

A coreografia que o DJ ensina no tutorial é de autoria dos dançarinos Amanda Araújo e Renan Silveira. Como bom professor de dança, Toni ressalta que “cada corpo tem o seu estilo, cada corpo tem uma maneira de se movimentar”, então não tem desculpa para não aprender.

Natural de Canoinhas, cidade do interior de Santa Catarina, o ‘DJ/DANCER’ contou pa
ra gente um pouco de sua história e como a dança se tornou parte da sua vida. Confira como foi esse bate papo:

Quando a dança começou a fazer parte da sua vida?
Eu já pratiquei vários esportes, mas nunca consegui gostar realmente de nada. Quando tinha oito anos, descobri minha paixão pela música quando fomos buscar a enteada da minha mãe no ensaio de dança. Fiquei olhando de dentro do carro, me lembro até hoje como foi, eu fiquei vidrado vendo tanto movimento no ritmo de uma música.

O que a dança já lhe proporcionou?
Com 14 anos de idade eu já coreografava para grupos de dança, então resolvi abrir meu próprio estúdio de dança. Sou coreógrafo e bailarino profissional. Levei mais de 50 prêmios para minha cidade na época, incluindo títulos internacionais.

O que te motivou a sair de Canoinhas?
Tudo numa cidade pequena é difícil demais, nunca sentia meu trabalho realmente valorizado. Em 2016, com 17 anos, decidi ir morar em Curitiba para aprofundar meus estudos na dança e tentar a vida na cidade grande.

O que te trouxe ao Rio?
Entrei para uma agência de modelos em Curitiba que organizou uma viagem para o Rio com o pretexto de fazer um teste para ‘Malhação’, esse teste nunca existiu, foi um golpe. Fiquei com as mãos atadas, tinha duas escolhas: ou voltava para minha cidade de onde tinha saído bem; ou ficava no Rio e sobrevivia de figuração. Então me mudei para cá em novembro de 2017.

Como se tornou um ‘DJ/DANCER’?
Desde quando conheci a Festa MARA, que acontece toda quinta-feira em Madureira, zona norte do Rio, me apaixonei e passei a frequentar toda semana. Sempre dançava todas as coreografias que eu conhecia, principalmente ‘Pesadão’ da IZA. Até um dia no qual um dos produtores da festa me fez a proposta de ser um ‘DJ que dança’. Nunca tinha pensado em ser DJ, mas adorei a ideia, principalmente porque iria me permitir continuar trabalhando com dança e música. Aprendi a tocar e estou apaixonadíssimo pelo que estou fazendo. Descobri mais uma paixão na minha vida.

Arquiteto, DJ, VJ, Produtor de Eventos e redator colaborador de conteúdos sobre diversidade LGBTI+ do portal Pheeno.com.br! #MandaAssunto