Juíza lésbica é nomeada para a Suprema Corte no estado de Washington

Grace Helen Whitener, uma juíza negra, deficiente, emigrante e assumidamente lésbica, foi nomeada para a Suprema Corte do estado de Washington.

Antes de sua nomeação histórica para a Suprema Corte, Whitener disse: “acredito que, como indivíduo marginalizado – sendo uma juíza negra imigrante homossexual e deficiente física – minha perspectiva é um pouco diferente”.

“Eu tento garantir que todos os que entram neste tribunal se sintam bem-vindos, seguros e com a sensação de que terão uma audiência justa”.

Grace e o governador Jay Inslee, no ato de posse

Ao longo de sua carreira, a juíza de 55 anos foi um exemplo para a diversidade judicial e comunidades marginalizadas no sistema jurídico, inclusive, já criticou o estado de Washington por ter um “número limitado de juízes negros”.

“O Estado não reflete a população a qual serve. Um dos principais pilares de nosso sistema judicial é a confiança que construímos em nossas comunidades. Ter um judiciário que reflita a comunidade a qual serve é realmente importante para aumentar a confiança nos serviços que prestamos como oficiais de justiça”, disse Whitener.

Grace e sua esposa Lynn Rainey

Grace nasceu e foi criada em Trinidad, a ilha mais populosa de Trinidad e Tobago, e de mudou para os Estados Unidos aos 16 anos com a expectativa de estudar. Formou-se na ‘Baruch College’, em Nova York, e na ‘Seattle University School of Law’.

Depois de trabalhar como promotora, defensora pública e advogada de defesa, ela se tornou a primeira juíza LGBT+ negra em Washington. Em setembro de 2019, Whitener recebeu o ‘Prêmio de Excelência em Diversidade da Justiça Charles Z. Smith’ da ‘Washington State Bar Association’.

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Vino

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Arquiteto, DJ, VJ, Produtor de Eventos e redator colaborador de conteúdos sobre diversidade LGBTI+ do portal Pheeno.com.br! #MandaAssunto

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