A febre latina segue mais forte do que nunca no Brasil e agora São Paulo também terá uma Noche Latina LGBTQIA+ para chamar de sua. Depois de se tornar um dos eventos mais queridos das terças no Pink Flamingo Rio, a Noche Latina estreia oficialmente no @PinkFlamingo.SP no dia 17 de junho e, após a estreia, passa a integrar a programação fixa semanal da casa às quartas-feiras.
Criada por Thi Araujo, fundador do Pink Flamingo e idealizador da festa, a Noche Latina surgiu com uma proposta clara: criar uma pista latina feita por e para o público LGBTQIA+, com foco nas grandes divas pop latinas, performances drag em espanhol e uma atmosfera inspirada na energia dos clubes de cidades como Santiago, Cidade do México, Bogotá e Buenos Aires.
No Rio de Janeiro, a festa já virou fenômeno turístico e cultural comandada pela apresentadora chilena Josefa Alinne. Agora, em São Paulo, a residência ganha uma nova anfitriã: a também chilena Cristina La Chilena, que assume o palco da nova edição paulista.
Mais do que tocar reggaeton, a proposta da Noche Latina é justamente apresentar uma curadoria musical pensada para o público LGBTQIA+. Enquanto muitas festas latinas no Brasil acabam focando em um repertório mais voltado ao mainstream hétero, a Noche Latina aposta em uma mistura de Karol G, Shakira, Anitta, Thalía, Rosalía, Selena, Bad Gyal, Gloria Trevi, RBD, Pabllo Vittar, Young Miko, Emilia, Kali Uchis e muito POP latino na pista.
Além do reggaeton e do pop latino, a festa também passeia por ritmos como cumbia, bachata e outros sons que fazem sucesso nas pistas latinas ao redor do mundo, criando uma experiência musical diversa, dançante e altamente conectada com a cultura queer latina contemporânea.
“A música latina vive um momento gigantesco no Brasil e a comunidade LGBTQIA+ faz parte diretamente dessa explosão cultural. A Noche Latina nasceu justamente porque sentíamos falta de uma festa latina realmente pensada para o nosso público, com performances, divas pop, representatividade e essa energia de celebração coletiva que existe nas pistas latinas”, explica Thi Araujo.
“O mais incrível é perceber como o público latino realmente abraçou o Pink Flamingo. Hoje, no Instagram oficial do Pink Rio, Santiago aparece como nossa terceira cidade que mais acompanha a casa, atrás apenas do Rio e de São Paulo. Isso mostra que existe uma conexão cultural real acontecendo”, completa o empresário.
Para Josefa Alinne, apresentadora da edição carioca, a festa também virou um espaço de pertencimento para latinos vivendo no Brasil. “A Noche Latina criou uma ponte muito bonita entre brasileiros e a comunidade latina que vive ou visita o Rio. Você escuta espanhol pela pista inteira, vê bandeiras diferentes, pessoas cantando juntas… é muito emocionante”, conta.
Já Cristina La Chilena promete levar essa mesma energia para São Paulo. “São Paulo tem uma comunidade latina enorme e muito diversa. Existe uma vontade muito grande de viver uma noite latina LGBTQIA+ com shows, humor, divas pop e esse clima de liberdade que a Noche Latina tem. Vai ser muito especial começar essa história no Pink SP”, afirma.
A estreia da Noche Latina São Paulo acontece no dia 17 de junho no Pink Flamingo SP, na Av. Brigadeiro Faria Lima, 2776. Já a edição carioca segue acontecendo todas as terças no Pink Flamingo Rio, em Copacabana.













