Já instaladas na Vila Olímpica da capital francesa, as polêmicas camas de papelão ‘antissexo’ estão de volta nos Jogos Olímpicos de Paris 2024. O evento esportivo começa só em 26 de julho, mas a chegada das 16 mil camas de papelão é a nova polêmica. Esses móveis foram projetados para proporcionar um melhor descanso aos atletas e foram utilizados nos jogos de Tóquio 2020.
Apesar de serem feitas de papelão, os atletas poderão escolher o colchão que melhor se adequa às suas necessidades para as camas, se mais macios ou mais rígidos. Elas foram apelidadas de ‘anti-sexo’ porque, teoricamente, não suportariam o peso de duas pessoas juntas. No entanto, segundo a fabricante a “Airwave”, o material escolhido é resistente e não desmontaria durante um ato sexual, contando que apenas duas pessoas estejam envolvidas na ação.
A aplicação de tecnologia também desempenha um papel crucial na personalização dessas camas, pois os atletas podem usar um aplicativo especial para carregar fotos de seu corpo, especialmente dos ombros, quadris e pés, o que permite um ajuste preciso das camas para atender às suas necessidades ergonômicas. De acordo com Motokuni Takaoka, CEO da Airwaves, espera-se distribuir um total de 16 mil unidades: 12 mil para os atletas e 4 mil para a imprensa, e explicou que todos os colchões terão uma segunda vida após os Jogos, pois serão doados para diversas organizações.
Além das supostas camas “anti-sexo”, o COI irá disponibilizar 300 mil camisinhas para a delegação, treinadores e equipe de suporte na Vila Olímpica dos Jogos de Paris. Essa medida visa garantir a saúde e o bem-estar dos participantes durante o evento esportivo.










