Mulher pode pegar 20 anos de prisão por ameaçar explodir escola que anunciou apoio a casamento igualitário

Uma americana de 36 anos admitiu ter ameaçado bombardear a mais antiga escola católica para meninas dos Estado Unidos depois que a instituição para meninas informou que apoiaria o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Em maio de 2019, Sonia Tabizada deixou duas mensagens no correio de voz da escola ameaçando funcionários e alunos da Georgetown Visitation Preparatory School, de Washington D.C., capital do país. Nas mensagens, Sonia falou que cometeria “terrorismo” e explodiria a escola. As ameaças ocorreram depois que a instituição de ensino revelou que apoiaria o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

O réu fez ameaças violentas contra estudantes do ensino médio, líderes religiosos e funcionários da escolas com base unicamente em seu desacordo com a aplicação da doutrina religiosa por uma escola particular”, disse Eric Drieband, procurador-geral assistente da Divisão de Direitos Civis, em comunicado. “Tolerância e liberdade religiosa são valores fundamentais em nossa sociedade e o Departamento de Justiça continuará a processar vigorosamente ameaças violentas motivadas por preconceitos”, completou.

Tabizada pode pegar até 20 anos de prisão, três anos de liberdade supervisionada e multa de até US $ 250.000. O julgamento está marcado para 23 de março.

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