“O reto humano não foi feito para o sexo”, diz chefe de instituição de caridade na Nigéria

O chefe de uma importante instituição de caridade de direitos humanos na Nigéria afirmou que as relações entre pessoas do mesmo sexo são, moralmente, “um centímetro mais altas do que o incesto”. Em coletiva, Emmanuel Onwubiko, diretor executivo da Associação de Escritores de Direitos Humanos da Nigéria, condenou os objetivos da Amnistia Internacional para 2021, que incluem tornar “as relações homossexuais legais em todos os países” e “o aborto legal em todos os países”.

Onwubiko classificou os objetivos da Amnistia como uma “luta deliberada para reformular os valores africanos sobre a santidade da vida e a sacralidade da união conjugal” e que isso resultaria na “dizimação de uma verdade fundamental, que é tão clara e até conhecida por tolos inveterados, que o reto humano não foi feito para o sexo”. Ele continuou: “A homossexualidade é um ato imoral de alto pedestal, melhor imaginado ou possivelmente praticado exclusivamente por animais. É avaliado um centímetro mais alto que o incesto entre parentes próximos, como irmãos e irmãs, filhos e mães ou filhas e pais“.

[O casamento do mesmo sexo] não mostra nada além de extremismo no abuso da natureza e desconstrói ainda mais o modelo de família africana”, acrescentou Onwubiko, que também aproveitou a oportunidade para lembrar às pessoas que as relações entre pessoas do mesmo sexo são estritamente ilegais na Nigéria. A homossexualidade é punível com até 14 anos de prisão ou pena de morte ao abrigo da lei Sharia, e até mesmo a discussão sobre os direitos LGBTQ+ é criminalizada.

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