Peão de obra sofreu preconceito no local de trabalho: “Acham que só porque sou gay sou inferior”

Conversamos com o carioca Gui Oliveira, de 24 anos! Ele começou a trabalhar como peão de obras após ficar desempregado por conta da pandemia. O jovem revela que, logo de cara, sofreu preconceito no canteiro de obras. Isso porque foi questionado se ele, por ser gay, teria condições de dar conta do trabalho pesado. Que afronta, né?!

Na vida pessoal, ele diz que ao sair do armário para a ex-namorada ganhou de presente sua filha, que ele descreve como a “melhor sensação de sua vida“. Sem se preocupar com a opinião dos outros, Gui ainda arrasa em vídeos divertidos que grava e compartilha nas redes sociais.

Confira

Felipe Sousa

Ariano e carioca, Felipe tem 31 anos e há mais de 10 é redator do Pheeno. Apaixonado por explorar a comunicação no cenário dinâmico das redes sociais, ele se dedica a criar conteúdos que refletem a diversidade e a vitalidade da comunidade LGBTQIAPN+. Entre uma notícia e outra, Felipe reserva tempo para aproveitar o melhor da vida diurna e noturna carioca, onde encontra inspiração e conexão com sua cidade.

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