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OAB de Anápolis pede indiciamento de influencer por homofobia após episódio de discriminação em rede social

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A polêmica envolvendo a maquiadora e influenciadora digital de Anápolis (GO), Larissa Rosa, vem ganhando novos capítulos. Agora, a Comissão de Diversidade Sexual da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) da subseção de Anápolis enviou uma notícia crime para a Polícia Civil pedindo o indiciamento da influenciadora por homofobia, após o vídeo que ela gravou zombando de vagas para autistas ser divulgado na internet. No vídeo, ela diz que a vaga é tão colorida que “achou que era vaga para veado”.

Além de fazer chacota com pessoas que possuem Transtorno do Espectro Autista (TEA), a influenciadora também questiona se “vai ter vaga para gordo estressado”, além de dizer que confundiu as vagas de autistas pensando que fossem para “veados” por serem coloridas. A influenciadora e a mãe dela prestaram depoimento à Polícia Civil. Tanto ela quanto a mãe, Vânia Rosa, que estava no carro quando a filha fez o vídeo, alegaram que “jamais houve a intenção de ofender quem quer que seja“. As duas são investigadas por discriminação de pessoa em razão de sua deficiência. A pena pode atingir três anos, além de multa.

Após estudar o caso, vi que era possível enquadrar como racismo, que entra o crime de homofobia. Então tudo que é colorido é de homossexual?“, questionou o presidente da Comissão de Diversidade Sexual da OAB de Anápolis, advogado Alex Firmino da Costa, em conversa com o G1. Ao portal, o delegado Joaquim Adorno disse que a representação da comissão vai ser juntada ao mesmo inquérito que começou a investigar os vídeos pelo crime de discriminação de pessoa em razão de sua deficiência, previsto em lei federal. A comissão informou que enviou uma proposta de retratação para a influenciadora pelas redes sociais dela, para não entrar com a ação, mas não recebeu resposta.

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