Uganda detém seis jovens por suposto vídeo viral de sexo gay: “A prisão é o lugar seguro”

Um tribunal na cidade de Jinja, em Uganda, negou a concessão de fiança a seis homens acusados ​​de praticar sexo gay, supostamente registrado em vídeo. A gravação teria 17 segundos, segundo o tribunal, e se tornou viral nas redes sociais.

Os homens de 20 a 26 anos devem ser presos para sua própria proteção, alegando que podem não estar seguros em público”, disse a Corte na última terça-feira (18/04). “É nosso mandato como tribunal proteger os acusados. Soltá-los para uma sociedade tendenciosa não pode garantir sua segurança, então a prisão é seu lugar seguro”, decidiu o juiz. No país, a prática sexual homossexual é considerada crime. Além disso, recentemente, o parlamento ugandês aprovou um PL que prevê pena de morte e prisão pérpetua para indivíduos ugandenses que tenham práticas afetivo-sexuais homossexuais.

A equipe de promotoria afirma que os suspeitos fazem parte de uma rede que está aliciando meninos para atos de sodomia e recrutando adultos do sexo masculino para o homossexualismo. A promotoria afirma ainda que os homens foram presos enquanto gravavam vídeos pornográficos e “que eles geralmente compartilham com outras pessoas por dinheiro“.

No dia 4 de abril, o mesmo tribunal apresentou acusações de indecência e obtenção de atentado ao pudor contra uma professora sênior e sua suposta namorada. As duas permanecerão deditas sem fiança até o dia 20 de abril.

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Felipe Sousa

Felipe é redator do Pheeno! Focado em explorar cada vez mais a comunicação em tempos de redes sociais, o carioca de 25 anos divide seu tempo entre o trabalho e a faculdade de jornalismo, sempre deixando espaço para o melhor da noite carioca!

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