Abertura das Olimpíadas causa polêmica nas redes ao recriar obra ‘Última Ceia’ com LGBTs

Durante a abertura dos Jogos Olímpicos de Paris, um grupo de drag queens surpreendeu o público ao recriar a icônica obra “A Última Ceia”, de Leonardo da Vinci. A performance, marcada por um espetáculo de cores, luzes e figurinos extravagantes, destacou-se como um dos momentos mais memoráveis da cerimônia. Polêmica, a apresentação promoveu uma mensagem de inclusão e diversidade, reforçando a importância da representatividade em um evento de alcance global.

O grupo de drag queens, formado por artistas renomados da cena parisiense, recebeu aplausos entusiásticos e dividiu tanto a opinião do público presente quanto dos espectadores ao redor do mundo. A recriação do quadro de Da Vinci não só homenageou a obra clássica, mas também trouxe uma nova interpretação contemporânea, celebrando a criatividade e a liberdade de expressão.

“Não poderia faltar o ESCÁRNIO com a fé cristã, na alusão ao famoso quadro de Leonardo Da Vinci, a Santa Ceia, ou a Última Ceia. Nojento e desrespeitoso. Tem meu total repúdio e protesto”, comentou um internauta. “Eu amo a maneira que zombar da última ceia faz uma certa galera ficar fodida de ódio”, comentou outro. “A representação da última ceia com um bando de viado e drag foi um dos maiores acertos dessa abertura juro”, opinou um terceiro.

Felipe Sousa

Ariano e carioca, Felipe tem 31 anos e há mais de 10 é redator do Pheeno. Apaixonado por explorar a comunicação no cenário dinâmico das redes sociais, ele se dedica a criar conteúdos que refletem a diversidade e a vitalidade da comunidade LGBTQIAPN+. Entre uma notícia e outra, Felipe reserva tempo para aproveitar o melhor da vida diurna e noturna carioca, onde encontra inspiração e conexão com sua cidade.

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