Terroristas aprendem táticas de hacker graças ao pornô gay, diz especialista em segurança online

(AP Photo/Nasser Ishtayeh)

Alguma vez você já se perguntou como terroristas em países menos desenvolvidos são tão bons em invadir bancos de dados de computadores, apesar de nunca terem feito aulas de informática em suas vidas?! Bem, Robert Graham pode ter a resposta.

Graham é analista de segurança e consultor da Errata Security, grupo de pesquisadores dedicado à segurança online. Segundo informações do site Queerty, em um post recente, ele escreve sobre o papel que o pornô gay desempenha no ensino de habilidades de hackers para extremistas islâmicos. “Eu explorei a teia escura islâmica cibernética e cheguei a algumas conclusões sobre isso”, escreve Graham. “A principal motivação desses hackers é o pornô gay”.

Ele continua: “Essas coisas [pornografia gay] são reprimidas em seus países e sociedades nativas, portanto, o hacker acaba aprendendo habilidades necessárias para acessar esses conteúdos”. Com base em vários anos de observações, Graham acredita que muitos extremistas islâmicos são realmente homens gays, bissexuais ou bi-curiosos que aprimoram suas habilidades de hacker enquanto aprendem a contornar censores que bloqueiam o acesso a sites gays em países homofóbicos.

Graham também compartilha outro pedacinho de informações que ele observou em muitas organizações terroristas: “Um rito de iniciação frequente para obter acesso a esses fóruns é publicar fotos do seu ‘equipamento’”. E por “equipamento”, ele quer dizer fotos do órgão sexual. É isso mesmo, pessoal. Grupos terroristas exigem que os novos membros mostrem fotos do pênis para que participem de suas organizações. Pelo menos é o que garante Robert Graham.

Felipe é redator do Pheeno! Focado em explorar cada vez mais a comunicação em tempos de redes sociais, o carioca de 22 anos divide seu tempo entre o trabalho e a faculdade de jornalismo, sempre deixando espaço para o melhor da noite carioca!