Idosos LGBTs superam o preconceito e celebram o Dia dos Namorados

Dudu e Flávio, Ana e Tereza, Ângela e Willman: três casais da terceira idade que superaram o preconceito e, hoje, celebram o amor em depoimentos emocionantes. Estas são as histórias da segunda temporada da série LGBT+60: corpos que resistem, que mostra a trajetória de idosos que enfrentaram a intolerância, abrindo caminhos para as novas gerações.

Na primeira temporada, idealizada pelo projeto #Colabora, você conhecerá as histórias de Martinha, João Nery, João Silvério, Anyky e Yone, que guardam em seus corpos as marcas de uma longa trajetória de resistência política e social.

É na pequena Luiziânia, cidade do interior de São Paulo com pouco mais de cinco mil habitantes, que Ângela Fontes e Willman Defacio vivem juntas. A relação das aposentadas começou há 23 anos durante as trocas de plantões do hospital onde trabalhavam, na capital paulista. De lá para cá, muitas histórias e viagens compartilhadas, reveladas em alguns álbuns de fotografia pela casa. E um desejo mútuo prestes a se concretizar: o casamento.

Ana Beatriz, 64 anos, e Tereza, 62, são, respectivamente, mulheres trans e cis. Casadas há 40 anos, mães de 3 filhos e avós de 4 netos são exemplos de como o amor pode superar o preconceito.

Dois anos após serem vítimas de violência homofóbica, Eduardo Michels e Flávio Miceli, ambos com 62 anos, contam como o amor entre os dois se fortaleceu após o trauma. “A gente vai viver a nossa vida eternamente junto, porque nós fazemos parte um do outro”, declara-se Flávio.

Felipe é redator do Pheeno! Focado em explorar cada vez mais a comunicação em tempos de redes sociais, o carioca de 22 anos divide seu tempo entre o trabalho e a faculdade de jornalismo, sempre deixando espaço para o melhor da noite carioca!