Relatório do Google mostra que Brasil é o país que mais pesquisa a palavra “homofobia”

O Brasil surge em pesquisa como país que mais pesquisou a palavra homofobia no Google no último ano, segundo relatório da empresa no Brasil. Bolívia, Costa Rica, Paraguai e Honduras aparecem logo em seguida. O mecanismo de busca é o mais popular aqui, com mais de 94% de participação de mercado.

De acordo com o portal Brasil em Folhas, o ranking é formado a partir da consulta que usuários fazem de uma determinada palavra. Dessa procura a empresa produz uma medida, que denomina “índice de interesse” (em uma escala de 0 a 100). Na avaliação, foram consideradas as buscas dos últimos 12 meses. Ele compara o termo, mesmo que ele seja consultado em distintos idiomas.

A publicação afirma que o “índice de interesse” do Brasil ficou em 100. As demais nações em que o termo é popular apresentam os seguintes dados: Bolívia (73), Costa Rica (64), Paraguai (63) e Honduras (60). As nações em que o termo foi menos buscado foram Japão, Tailândia e Irã.

O Google também listou as perguntas mais pesquisadas pelos brasileiros relacionadas à palavra homofobia, considerando o mês de junho de 2019. As principais foram “O que é ser homofóbico?; O que é preconceito homofóbico?; De que maneira a homofobia e transfobia se materializam?; Quais as causas da homofobia?” e “O que é homofobia institucional?”.

A pesquisa setorizada por Estados brasileiros considerando também o mês de junho, mostrou que o termo “orgulho LGBT” gerou mais procura em São Paulo, com índice de interesse 100. Em seguida vêm Amapá (62), Rio de Janeiro e Distrito Federal (53) e Rio Grande do Norte (51).

O Google também divulgou as perguntas mais pesquisadas pelos brasileiros sobre o termo “Orgulho LGBT”. As mais colocadas no mecanismo foram: O que implica tirar LGBT dos Direitos Humanos?; O que o movimento LGBT reivindica?; Quais são os projetos de leis aprovados sobre direitos da comunidade LGBT?; O que são as diretrizes dos direitos LGBT? e Quais são os Direitos LGBT?.

Felipe é redator do Pheeno! Focado em explorar cada vez mais a comunicação em tempos de redes sociais, o carioca de 25 anos divide seu tempo entre o trabalho e a faculdade de jornalismo, sempre deixando espaço para o melhor da noite carioca!