Mulher confessa ter matado marido a facadas para defender filho gay

Depois de se apresentar à polícia e confessar ter matado o marido, o servidor da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) Givaldo Domingues da Silva, de 43 anos, Kátia Regina de Castro, de 42 anos, contou que cometeu o crime para defender um filho do casal, que segundo ela, não era aceito pelo pai por ser homossexual.

“Ela disse que o filho é gay e o pai não aceitava, dizia que preferia um filho morto a um filho homossexual. Por causa disso começaram a discutir, se agrediram e por fim ela o matou”, explica o delegado Jairo Carlos Mendes, responsável pelo caso, em entrevista ao portal Midiamax. Segundo ele, o crime aconteceu na tarde do dia 6 de maio na casa onde o casal morava com o filho, no Bairro Cophavila II, em Campo Grande (MS).

Em depoimento, Regina contou que o marido chegou em casa exigindo que ela tomasse uma atitude em relação a homossexualidade do filho, que estava em um treino esportivo durante a discussão. Após uma discussão acalorada, Givaldo partiu para a agressão da esposa, que usou uma faca para se defender.

Após o crime, Regina afirmou à polícia que usou um carrinho de mão para levar o corpo até o carro da família. Ela colocou o corpo no banco trás do automóvel e dirigiu até a BR-262 onde o deixou em uma vala. A polícia suspeitou de Kátia após, por câmeras, ver uma mulher abandonar a motocicleta de Givaldo. Depois, pediu apreensão do carro da família e identificou – por luminol – resquícios de sangue no veículo. Regina será indiciada por homicídio doloso qualificado e ocultação de cadáver.

Felipe é redator do Pheeno! Focado em explorar cada vez mais a comunicação em tempos de redes sociais, o carioca de 25 anos divide seu tempo entre o trabalho e a faculdade de jornalismo, sempre deixando espaço para o melhor da noite carioca!