Princesa Diana malhou em academia para homens gays porque se sentia mais confortável com eles, diz empresário

Princesa Diana sempre teve uma relação especial com a comunidade gay. Na década de 1990, por exemplo, a Princesa de Gales malhava na academia “Earl’s Court Gym”, que tinha homens gays como público-alvo. Segundo o empresário e cofundador do local, Jeremy Norman, Diana escolheu a academia porque “gostava muito de gays” e se sentia “à vontade” com eles.

Isso não era muito conversado, mas ela gostava muito dos homens gays”, disse o empreendedor ao portal Pink News. “Ela se sentia mais confortável com os homens gays, assim ela podia conversar com eles sem se sentir ameaçada de nenhuma forma”, afirma Norman. “Eles eram os amigos com quem ela podia contar. E quando a gente comprou a Earl´s Court Gym quando eu estava expandido o grupo Soho Gyms, ela era um membro.”

Ainda durante a entrevista, Normam aproveitou para ressaltar a importância de Diana no ativismo contra o HIV e AIDS. Quando o vírus estava dizimando a comunidade LGBTQ+ nas décadas de 1980 e 1990, a princesa ajudou a desafiar o estigma e as visões discriminatórias ao aparecer em fotos abraçando e de mãos com pacientes soropositivos. Naquela época, muitos acreditavam que a doença era transmitida por um simples aperto de mãos. “Ela gostava mesmo dos gays… Acho que ela sentia o peso da tragédia que tantas pessoas jovens estavam morrendo, como muitos de nós [gays], e ela quis fazer algo sobre isso”, lembra o empresário.

Ela sabia de absolutamente tudo. Ninguém sabe quais são seus motivos particulares, mas ela era indiscutivelmente uma dama com muita compaixão. Ela se posicionou de modo bem firme contra todo o estima contra a AIDS para dizer, ‘Atualmente, eu sei que tenho uma grande influência e vou abraçar essas pessoas e tocar suas mãos”, comenta Norman, que foi diagnosticado com HIV em 1991. Naquela época, não havia tratamento eficaz para o vírus. No entanto, ele sobreviveu para ver a medicação antirretroviral se tornar uma realidade em 1997, o que permitiu que as pessoas que vivem com HIV tivessem uma vida longa, saudável e feliz.

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Felipe é redator do Pheeno! Focado em explorar cada vez mais a comunicação em tempos de redes sociais, o carioca de 25 anos divide seu tempo entre o trabalho e a faculdade de jornalismo, sempre deixando espaço para o melhor da noite carioca!