Quéops torce por mais união entre artistas LGBTs e ressalta: “Estendam a mão para quem precisa”

Conversamos com Quéops no estúdio do Pheeno! Natural de São João del Rei, interior de Minas Gerais, o músico conta que se entende como arista desde muito novo. O caminho, no entanto, não foi nada fácil pra ele, que sempre ouvia de terceiros que a carreira artística era um caminho difícil. Segundo ele, sua primeira influência surgiu aos cinco anos de idade, enquanto dançava hits do grupo “É o Tchan” para familiares. Aos 16 anos, Quéops decidiu deixar sua cidade natal para estudar Artes Cênicas e terminar o estudos em Belo Horizonte. Já formado, ele largou tudo em BH para tentar a vida artística no Rio de Janeiro. Foi na cidade carioca, inclusive, onde Quéops estreou seu primeiro trabalho como músico, lançando a faixa “Nem Percebi”. Sem expectativa com o trabalho, ele conta que se surpreendeu com a recepção calorosa do público. O músico liga o sucesso da faixa e clipe à estética adotada por ele na produção. “Chocou em um bom sentido”, conta ele, que chegou a fatura o prêmio de “Melhor Vídeo Performance” no Rio Webfest com o trabalho. Já no seu 2º single, mais uma vitória: Quéops alcançou o topos do iTunes com a faixa “Macetinho”, ultrapassando ninguém menos que Marília Mendonça. Confira o papo completo!

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Felipe Sousa

Felipe é redator do Pheeno! Focado em explorar cada vez mais a comunicação em tempos de redes sociais, o carioca de 25 anos divide seu tempo entre o trabalho e a faculdade de jornalismo, sempre deixando espaço para o melhor da noite carioca!

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