A Prefeitura do Rio, por meio da Coordenadoria da Diversidade Sexual, divulgou um guia prático que explica, de forma simples, como pessoas trans podem iniciar o processo de hormonização gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A iniciativa busca ampliar o acesso à informação e garantir que mais pessoas saibam que o acompanhamento médico para a transição de gênero é um direito assegurado, além de reforçar a importância de um cuidado feito com segurança e acolhimento.
O material apresenta um passo a passo acessível para quem deseja começar. O primeiro passo é procurar a clínica da família mais próxima e agendar uma consulta. É por meio desse atendimento inicial que a pessoa entra no Sistema Estadual de Regulação (SER), porta de entrada para dar continuidade ao processo dentro da rede pública de saúde.
Após essa etapa, o paciente é encaminhado para acompanhamento especializado em unidades de referência, como o Instituto Estadual de Diabetes e Endocrinologia (IEDE) ou o Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE). Nesses espaços, é realizado o acompanhamento médico adequado para a hormonização, garantindo que todo o processo aconteça com suporte profissional e monitoramento contínuo.
O guia também destaca outras formas de acesso ao serviço, como o Centro Multiprofissional de Saúde Trans (CMST), em São Cristóvão, que oferece atendimento direto, além de iniciativas como o projeto Transforma SUS, em Madureira, e unidades em diferentes regiões da cidade. A proposta é descentralizar o atendimento e facilitar o acesso, reforçando que a saúde trans é um direito e deve ser tratada com respeito, dignidade e informação de qualidade.
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