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Denúncia aponta orgias gays com padres em motéis e casas paroquiais em Portugal: “Há consumo de álcool, poppers e drogas”

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Uma denúncia entregue à Polícia Judiciária do Porto está dando o que falar em Portugal após relatos de supostos encontros sexuais entre homens, incluindo padres, realizados em casas paroquiais e motéis no norte do país. Segundo as reportagens, os eventos seriam organizados inicialmente por meio do Grindr e depois migrariam para grupos temporários no WhatsApp, onde os participantes recebiam detalhes como localização e códigos de acesso para entrar nas festas.

O caso veio à tona após o jornal Correio da Manhã divulgar o relato de um homem identificado como Joaquim, que afirma ter participado dos encontros. Em seu depoimento, ele diz que “vários padres e várias pessoas das profissões mais variadas participam” e que as festas “começam à noite e prolongam-se pela madrugada”. O denunciante também afirma que “há consumo de álcool, poppers e drogas leves”, descrevendo um ambiente de total liberdade entre os presentes. “Na última orgia onde participei estavam vários padres: entra e sai muita gente. Muitos homens, porque é só preciso dar uma senha. Quem quiser entrar, entra”, relatou ao jornal.

Ainda segundo Joaquim, alguns dos religiosos tentavam preservar a identidade durante os encontros. “Muitos usam máscara quando chegam, mas depois acabam por se expor”, relatou. Ele também afirma ter reunido provas do que teria acontecido: “tenho fotos, vídeos e conversas que comprovam tudo” e diz estar disposto a entregar o material às autoridades. A denúncia inclui nomes, contatos telefônicos e referências a supostos envolvidos ligados a dioceses do norte do país, todos negando qualquer participação nas alegações.

Após a repercussão, a Diocese do Porto se pronunciou publicamente, afirmando que “jamais recebeu qualquer denúncia ou suspeita” relacionada ao caso, mas garantiu que irá apurar a situação. “Tudo será investigado para que se descubra a verdade”, diz o comunicado. Até o momento, não há confirmação oficial de crimes, mas as autoridades portuguesas devem analisar o conteúdo apresentado e investigar possíveis irregularidades envolvendo o uso de espaços religiosos.