Seis formas de apoiar o movimento LGBT no dia a dia

Reunimos atitudes “fáceis” que podemos tomar no dia a dia para ajudar a causa.

A luta por aceitação, respeito e direitos é árdua e diária. Cada nova vítima de LGBTfobia dá um aperto no peito e uma sensação de impotência. Mas a verdade é que, há sim, atitudes que podemos tomar para ajudar a causa LGBT a ganhar visibilidade e conquistas. O Pheeno reuniu seis formas de apoiar o movimento que você pode exercer no dia a dia:

1. Informe-se e compartilhe

ArteProcure entender as particularidades do nosso meio e passe o conhecimento adiante. Você precisa saber que não existe “opção sexual”, entender que identidade de gênero é diferente de sexo biológico que é diferente de orientação sexual, e por aí vai. Essa e outras questões são de suma importância para o combate efetivo ao preconceito.

2. Descontrua estereótipos

Estereótipos são generalizações que as pessoas fazem sobre comportamentos ou características de outros. Pensamentos como “gays são promíscuos” e “afeminados são passivos” são, na maioria das vezes, ofensivos e carregados de preconceito. Além disso, estereótipos excluem as particularidades de cada pessoa, atitude nada adequado para um grupo que se proclama “da diversidade”, não é?! Portanto, descontruir esses pensamentos em nós mesmos e nos outros é um passo importante para mudar a mentalidade da sociedade.

3. Apoie artistas e ativistas que ajudam a quebrar preconceitos

Enquanto muitos não sabem muito bem como ajudar a causa, outros dedicam a vida pela luta por inclusão e respeito. Pesquise o trabalho de artistas e ativistas que dão a cara a tapa para desconstruir todas as regras estabelecidas na música e na sociedade. Apoie o trabalho de drag queens e cantores nacionais como Liniker, Jaloo, Johnny Hooker, MC Xuxu, Mulher Pepita, Pabllo Vittar, e outros. Entre os ativistas, nós gostamos de destacar as iniciativas do estilista Carlos Tufvesson, à frente da Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual do Rio de Janeiro, e da pernambucana Maria do Céu, que toca o movimento #RecifeLivre.

4. ONGs: doação e/ou trabalho voluntário

Existem diversas ONGs organizadas para defender interesses da população LGBT pelo Brasil. Eles disseminam informações, oferecem assistência psicológica, consultoria jurídica, planejam ações, projetos e iniciativas importantes. Procure conhecer as que atuam na sua cidade e veja do que precisam. Normalmente, eles dependem de trabalho voluntário e doações, e você pode se oferecer para ajudar no que combina com seu ramo de trabalho ou interesse.

5. #VoteLGBT

votelgbtVote em candidatos comprometidos com os nossos direitos, e corra daqueles que militam contra. O voto é uma importante ferramente de cidadania e deve ser usado com responsabilidade. Mas não escolha alguém apenas pelo fato da pessoa ser gay, lésbica, transexual ou travesti. Realmente procure conhecer as propostas dos candidatos, sem esquecer do mais importante: a cobrança pós-voto!

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6. Seja quem você é

Não tenha vergonha de exercer sua personalidade. Não tenha medo de andar de mãos dadas, beijar ou fazer carinho em público. Use saia se quiser, faça unha se gostar, pinte o cabelo se te agradar. Ser gay – e mostrar isso pro mundo – é um ato de resistência. A postura como cada um se posiciona no mundo é essencial para se alcançar o ideal que tanto se almeja: um mundo mais tolerante, menos violento e com mais paz, com pessoas vivendo suas vidas da forma como desejam, sem precisar se esconder, mascarar, disfarçar seus sentimentos, afetos e modo de viver. Lembre-se que a sociedade não deve nada menos que respeito pra gente! 😉

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