Rapper bi reclama de fetichização: “Homem com homem não aceitam, mas mulher com mulher eles curtem”

Conversamos com a cantora King no estúdio do Pheeno! Natural de Duque de Caxias (RJ) a rapper e compositora assina músicas de artistas como Luísa Sonza, Negra Li, e conta que cresceu em um ambiente LGBTQIA+, então sua bissexualidade nunca foi um tabu.

Ela pontua, porém, que as pessoas, principalmente no rap, gostam de colocar em cheque sua sexualidade e ainda fetichizam as mulheres, com o discurso: “Homem com homem não pode, mas mulher com mulher eu curto”. O amor pela música veio do ambiente artístico que cresceu, começando em backstages de teatro, depois como dançaria, concurso de dublagem, canto, até iniciar sua carreira. King desabafa, porém, que já perdeu inúmeras possibilidades por ser mulher, preta, bissexual e da periferia.

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Felipe é redator do Pheeno! Focado em explorar cada vez mais a comunicação em tempos de redes sociais, o carioca de 25 anos divide seu tempo entre o trabalho e a faculdade de jornalismo, sempre deixando espaço para o melhor da noite carioca!