Pais terão que indenizar filho após destruírem sua coleção de pornô gay avaliada em quase R$ 200 mil

David Werking, um estadunidense de 42 anos ajuizou um processo contra os pais pedindo reparação moral por eles terem jogado fora uma coeção de pornografia e brinquedos sexuais avaliada em quase R$ 200 mil.

Segundo o UOL, em uma ação movida por David em abril do ano passado, ele alegou que seus pais Paul e Beth Werkingdestruíram ilegalmente” os itens de pornografia dele em 2018, depois que o homem deixou a casa da família a “pedido das autoridades locais“, em agosto de 2017. A coleção era tão imensa que cabia em um total de 12 caixas. David informou as autoridades a lista detalhada, que incluía 1,6 mil títulos em DVD, além de filmes em VHS e ainda 50 brinquedos sexuais.

De acordo com o site Holland Sentinel, o motivo que levou os pais a descartarem os itens do filho foi o “choque” que tiveram ao descobrir que parte do conteúdo retratava “assédio sexual, escravidão, incesto e sexo com menores de idade performado por atores com mais de 18 anos”. “Eu não tenho palavras para expressar o quão profundamente chocado e desapontado fiquei. A única razão pela qual destruí a pornografia foi por me preocupar com a saúde mental e emocional do meu filho. Eu faria o mesmo se tivesse encontrado um quilo de cocaína ou de crack”, desabafou o pai para a reportagem.

Agora, David tem até 16 de fevereiro de 2021 para apresentar petições por escrito sobre o valor correspondente dos materiais pornográficos destruídos, para que seja determinada o valor da multa para os pais pagarem ao próprio filho.

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